
Data - 1ª Edição: Fevereiro de 2010
Concepção da capa: Atelier Minerva e Miguel d'Hera
Direcção literária da colecção
«pequeno livros, grandes ideias»: Ângelo Rodrigues
ISBN: 978-972-591-
Depósito Legal: nº
Formato: 17 x 11,5 cm
Páginas:
P.V.P.: 6 € (IVA incluído)
CONTRACAPA
Os Vagabundos da Verdade, protagonistas deste singular romance de Jack Kerouac, são dois rapazes americanos entregues de alma e coração à busca apaixonada da verdade. Empenhados em seguir a doutrina Zen — uma forma de budismo —, embrenham-se pelas sendas alcantiladas das Sierras, de mochila às costas e sonhos e esperanças no coração. Nos cumes agrestes habitados pelo vento e pela neve absorvem avidamente uma lição de solidão — uma lição condenada a temporário esquecimento nas suas incursões aos antros pagãos da vida boémia de São Francisco.
Neste livro de Jack Kerouac dão-se as mãos o sagrado e o profano, a complexidade e a simplicidade ingénua e quase infantil, a análise profunda de sentimentos e emoções e a descrição vibrante e colorida dos impressionantes cenários das montanhas e dos estados de espírito que provocam.
Na sua apaixonada busca da verdade os dois rapazes não glorificam apenas a solidão e a Dharma — o «Verdadeiro Significado» —; tecem também um hino à amizade e à solidariedade, à vida simples, à humildade que o homem deve sentir dentro de si quando se compara com a Natureza, com a vastidão e a grandiosidade do Universo que o cerca. Perpassa pelas páginas de Os Vagabundos da Verdade um perfume suave de poesia simples, daquela poesia acerca da qual Kerouac diz: «O meu amor pela poesia é o meu amor pela alegria».
Concepção da capa: Atelier Minerva e Miguel d'Hera
Direcção literária da colecção
«pequeno livros, grandes ideias»: Ângelo Rodrigues
ISBN: 978-972-591-
Depósito Legal: nº
Formato: 17 x 11,5 cm
Páginas:
P.V.P.: 6 € (IVA incluído)
CONTRACAPA
Os Vagabundos da Verdade, protagonistas deste singular romance de Jack Kerouac, são dois rapazes americanos entregues de alma e coração à busca apaixonada da verdade. Empenhados em seguir a doutrina Zen — uma forma de budismo —, embrenham-se pelas sendas alcantiladas das Sierras, de mochila às costas e sonhos e esperanças no coração. Nos cumes agrestes habitados pelo vento e pela neve absorvem avidamente uma lição de solidão — uma lição condenada a temporário esquecimento nas suas incursões aos antros pagãos da vida boémia de São Francisco.
Neste livro de Jack Kerouac dão-se as mãos o sagrado e o profano, a complexidade e a simplicidade ingénua e quase infantil, a análise profunda de sentimentos e emoções e a descrição vibrante e colorida dos impressionantes cenários das montanhas e dos estados de espírito que provocam.
Na sua apaixonada busca da verdade os dois rapazes não glorificam apenas a solidão e a Dharma — o «Verdadeiro Significado» —; tecem também um hino à amizade e à solidariedade, à vida simples, à humildade que o homem deve sentir dentro de si quando se compara com a Natureza, com a vastidão e a grandiosidade do Universo que o cerca. Perpassa pelas páginas de Os Vagabundos da Verdade um perfume suave de poesia simples, daquela poesia acerca da qual Kerouac diz: «O meu amor pela poesia é o meu amor pela alegria».


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